Ora boas caríssimos e acérrimos leitores do blog!
Hoje apetece me contar as minhas desventuras.
Primeiro e para alertar as mentes mais susceptíveis, este post foi colocado depois de uma noite a batalhar para a destruição do fígado, foi uma noite em que pobre coitado sofreu como hiroxima!
Continuando.
pois hoje o dia parece me de uma alegria estranha, tirando o incessar latir de um cachorro que não aprendeu ainda que é de mau tom estar para ali a ganir feito tolo nestes dias de tormenta o dia tá tão bonito!
Bom de se ver.
Alegre.
Parece que pintaram um enorme smile na minha retina e não consigo de todo ver coisas tristes.
Acordei com um sol a penetrar pela janela enorme.
Mesmo fora de casa e a sentir me como patrono do sitio liguei o ar condicionado e fiquei a olhar pela janela, apercebi me das horas eram 6 e PC e sentia me que em vez das duas três horas que dormi tinha dormido umas duzentas. sei lá aquele sentimento de estar acordado e bem acordado invadia me. Fiquei a deambular um pouco pela divisória e tentei dormir, nada feito a seguir sai. ...
Cheguei ao meu carro. o frio tinha enchido os vidros de água e eu qual besta selvagem com um carro a diesel quase congelado do dia anterior, nem deixo aquecer a vela e pimba chave dá a volta na ignição. Bebi um golito de água enquanto esperava por alguma visibilidade.
Prossegui viagem até casa. Mas horror dos horrores estava tudo lindo. A temperatura não estava quente o sol não brilhava demais as pessoas andavam a correr na calçada. Parecia cinema em 4D
A viagem continuou assim, até fui por o caminho mais longo para poder apreciar mais a paisagem. Chegado a casa e invadido por essa alegria dediquei me as tarefas mundanas que como qualquer ser social tenho que fazer. Mas tudo continuava perfeito. Experimentei uns jeans e serviam. Ena!!!
Este dia parece fantabulastico.
Entretanto um ogre ou no caso uma ogra, tirou e todo o meu bom humor.
Sai de casa e fui pra rua. já mais taciturno e sem tanta alegria.
Eis senão quando!!! Pimba o dia remanesceu! Era alegria novamente.
Fui ao café aonde me senti um defunto que ainda não se apercebeu da sua fatalidade. Sai do café e pensei vista panorâmica vista panorâmica. Entrei no conguito (apelido carinhoso que dou ao meu carro preto), e fui e voltei a ser inundado por essa mística fabulista da floribela e porcarias afim.
Que dia bom!!
Cheguei ao escritório, as pessoas a queixarem se os locutores da rádio estavam a vociferar umas palermices que lhes pagam para dizer e eu frente a ferozes adversários não cedi nem temi.
Hoje sim vai ser o primeiro dia do resto da minha vida!
Próximos episódios se seguem.
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